segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Torre Oriente recebe Prémio de Melhor Edifício de Escritórios de 2010

Júri dos Prémios Construir 2010 considerou este empreendimento o melhor na sua categoria, tendo em conta critérios como a relevância para o mercado, criatividade, inovação e qualidade do projecto

A Torre Oriente acaba de ser distinguida como o Melhor Edifício de Escritórios de 2010, galardão entregue ontem, dia 28 de Junho, na cerimónia dos Prémios Construir 2010. Este é o quarto prémio recebido pelo empreendimento que integra o projecto Torres Colombo, desenvolvido pela parceria formada pelo Grupo Caixa Geral de Depósitos, Sonae Sierra, ING Real Estate e Iberdrola Inmobiliária e comercializado pela Cushman & Wakefield e a Jones Lang LaSalle. Refira-se que, no final do ano passado, o consórcio vendeu a Torre Oriente ao fundo imobiliário Union Investment Real Estate GmbH.

Promovidos pelo Jornal Construir, estes prémios destinam-se a distinguir os melhores em Portugal nas categorias de Arquitectura, Engenharia, Construção e Imobiliário e a escolha é feita com base em critérios como a relevância para o mercado, criatividade, inovação e qualidade dos projectos.
Em Maio último, a Torre Oriente recebeu dois prémios na 14ª Edição dos “Óscares de Imobiliário”, concurso organizado pela Revista Imobiliária que pretende premiar o que de melhor e mais inovador se faz ao nível da promoção em Portugal. A Torre Oriente foi galardoado com o prémio para o “Melhor Investimento Estrangeiro em Portugal” e com o prémio “Eurohypo” para o melhor Empreendimento, entregue pelo patrocinador principal do concurso, o Banco Eurohypo.
Em 2009, as Torres Colombo também foram consideradas o ‘Melhor Projecto Imobiliário 2009’ na categoria de Escritórios, galardão entregue pela Associação Industrial Portuguesa e Feira Internacional de Lisboa (AIP-CE / FIL) no âmbito da 1ª edição dos ‘Prémios Nacional do Imobiliário SIL 2009’. O júri deste prémio, integrado no Salão Imobiliário de Portugal 2009, considerou as Torres Colombo o projecto de escritórios mais inovador e marcante do actual panorama imobiliário.

Torre Ocidente concluída no segundo semestre de 2011
Cientes do sucesso alcançado mas procurando ir mais além na criação de um imóvel de excelência, ergue-se agora a Torre Ocidente que terá 14 pisos, ocupando uma área bruta total de 29.000 m2 e disponibilizando áreas de open-space de 2.000 m2 por piso. Uma das principais características, e que distingue o empreendimento dos vários projectos de escritórios localizados na capital, além da localização, da excelência na qualidade, vasta oferta de transportes públicos e os serviços oferecidos pelo Centro Comercial Colombo, é o enfoque na criação de escritórios para grandes e prestigiadas Empresas.

Correspondendo a um investimento superior a 90 milhões de euros, as Torres Colombo em conjunto com o Centro Comercial constituem o maior conjunto edificado e mixed use project do país, num total de, aproximadamente, 500 mil m2. A Torre Ocidente encontra-se em fase avançada de obras e deverá estar concluída em Março de 2011. Estima-se que no segundo trimestre de 2011 se dê início à ocupação por parte dos arrendatários, passando estes a usufruírem de um espaço que para além de uma funcionalidade e modularidade únicas incorporará as opções tecnológicas mais avançadas em termos ambientais e de economia energética.

Também a comercialização da Torre Ocidente está a cargo das consultoras internacionais Cushman & Wakefield e Jones Lang LaSalle.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Torre Oriente vendida à Union Investment por cerca de 70 milhões de euros

•Projecto da parceria formada pelo Grupo Caixa Geral de Depósitos, Iberdrola Inmobiliária, ING Real Estate e Sonae Sierra
•A Gestora de Fundos Imobiliários Alemã Union Investment adquire a primeira das duas Torres Colombo a ficar concluída e totalmente arrendada
•Conclusão da segunda torre prevista para o início de 2011

O consórcio proprietário do projecto Torres Colombo detido em partes iguais pelo Grupo Caixa Geral de Depósitos, Iberdrola Inmobiliária, ING Real Estate e Sonae Sierra acaba de proceder à venda da Torre Oriente ao fundo imobiliário, baseado em Hamburgo, Union Investment Real Estate GmbH por um valor superior a 70 milhões de euros. Esta aquisição marca a entrada da Union Investment (UI) no mercado imobiliário Português sendo que a UI é uma das maiores sociedades gestoras mundiais com activos sob gestão em seis fundos imobiliários, que representam um valor superior a 18 mil milhões de euros.

Num mercado dominado pelos efeitos da crise - a performance no 2º trimestre do mercado de escritórios da capital evidenciou um decréscimo de 9% face ao trimestre anterior e de 74% em relação ao período homólogo de 2008 - a Torre Oriente concentrou este ano as duas maiores operações de arrendamento em Lisboa com os negócios efectuados com a Barclays Portugal e Fujitsu (que ocupam, respectivamente, 12.213 m2 e 7.275 m2), tornando-se o empreendimento com melhor desempenho este ano.

O projecto das Torres Colombo, que compreende duas torres de escritórios com 14 pisos e uma área bruta total de 29.000 m2 cada, veio dar resposta à manifesta falta de espaços de qualidade e, sobretudo de grandes dimensões, que se verifica actualmente em Lisboa.

Entre as características que tornam único este produto imobiliário conta-se ainda a fácil acessibilidade, uma vasta oferta de transportes públicos, uma área de 2.000 m2 por piso

praticamente sem limitações estruturais e os serviços oferecidos pelo Centro Comercial Colombo (restaurantes, hipermercado, ginásio, farmácia, lavandarias, instituições financeiras, entre outros). Refira-se que as duas torres, o Centro Colombo e os estacionamentos formam o maior conjunto edificado e “mixed use project” do país, num total de, aproximadamente, 500.000 m2.

No seguimento do sucesso da primeira Torre a parceria formada pelo Grupo Caixa Geral de Depósitos, Iberdrola Inmobiliária, ING Real Estate e Sonae Sierra já iniciaram a construção da segunda Torre, a Torre Ocidente, a qual tem a sua conclusão prevista para o início de 2011.

Representando um investimento de mais de 90 milhões de euros, as Torres Colombo foram recentemente distinguidas na I Edição dos Prémios Nacionais do Sector Imobiliário de Portugal, como o Melhor Projecto Imobiliário do País.

Um projecto certificado ambientalmente

O projecto Torres Colombo, viu reconhecido o seu sistema de gestão ambiental através da certificação segundo a norma ISO 14001, atribuída pela LRQA - Lloyd’s Register Quality Insurance- prestigiada empresa certificadora e a única no mundo acreditada para operar em todos os sectores industriais.
Esta certificação vem provar a preocupação de todos os parceiros envolvidos no projecto na procura dos melhores critérios de gestão ambiental e na concretização das melhores práticas amigas do ambiente. No campo da certificação energética, o cuidado na execução das fachadas e a envolvente exterior da construção permite às Torres Colombo atingir a classe B, a segunda classificação mais alta possível. O portfolio sob gestão da UI inclui treze propriedades com certificados de performance ambiental internacionais como o LEED e o BREEAM.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

MAQUIL Internacional constrói “staff house” em Angola



O grupo Maquil Internacional vai construir em Angola uma “staff house” destinada a acolher os quadros portugueses que são responsáveis pelas diversas empresas do grupo com sede em Angola.

«Trata-se de uma infra-estrutura necessária, sobretudo agora que o grupo está a atravessar uma fase de expansão em várias frentes», disse o empresário luso-angolano Gomes de Castro, líder do grupo.

A “staff house” tem capacidade para albergar 10 funcionários em simultâneo, e proporcionará aos colaboradores segurança, e um elevado nível de qualidade de vida para os padrões de Angola, e mesmo internacionais.

O empreendimento funcionará como um pequeno hotel, com um quadro permanente de cinco funcionários, o que inclui cozinheiras, funcionários de limpeza e de manutenção de todo o complexo.

Saliente-se que em Angola só as petrolíferas e alguns grandes grupos internacionais é que proporcionam aos seus quadros (e só aos superiores) este tipo de instalações. Porém, apostar em edifícios próprios e com arquitectura moderna, trata-se mesmo de uma novidade neste país.

O equipamento vai ser construído em Viana, uma vila a cerca de 30 quilómetros de Luanda que conhece uma grande expansão económica. É precisamente em Viana que estão a ser criadas grandes superfícies comerciais e industriais, passando a localidade a ser o pólo industrial mais importante de Angola.

Para isso estão já a ser criadas todas as infra-estruturas necessárias, tais como auto-estradas e caminhos-de-ferro.

De acordo com os arquitectos Diogo Esteves e Cristina Fonseca, responsáveis pelo gabinete DRCF – Arquitectos e Associados Angola, o projecto foi concebido tendo em conta «as necessidades do grupo em termos de recursos humanos, mas que proporcionasse aos seus utilizadores uma estadia confortável, com momentos de convívio e que respeitasse a individualidade de cada um. De formas simples e minimalistas, é composta por dois pisos. No piso 0 situam-se as salas de convívio e de jantar, casas de banho e cozinha. Todas as salas têm bastante luz natural e estendem-se para o jardim através de um deck exterior em madeira. No piso 1 estão projectadas 10 suites, todas dotadas de uma pequena varanda exterior, o que constitui um espaço individual de relaxamento e de contemplação muito íntimo».

Os arquitectos, que são portugueses e estão radicados em Angola desde 2007, revelam ainda que a principal intenção do projecto foi «criar espaços comuns de convívio com uma boa relação com o exterior e, ao mesmo tempo, deixar que o jardim entrasse na própria estrutura. Para isso foram criados jardins interiores e grandes vãos».

Esta infra-estrutura, que terá uma área coberta de 659 metros quadrados e uma área bruta de 886 metros quadrados, tem o custo aproximado de 1,5 milhões de dólares, devendo ficar pronta em 2010, um ano depois do início das obras, o que ocorrerá em meados deste ano.
_____________________________________

Quem é Maquil Internacional ... do Engº Gomes de Castro ...

Procurou oportunidades de negócio em Angola e instalou-se no país no início dos anos 90. Fornece bens para vários sectores e prepara novos investimentos.

Ele é um português que acha as angolanas mais bonitas que as brasileiras. O tempo (não se confunda com meteorologia) também tem a sua influência nestas decisões estéticas. Gomes de Castro leva mais de duas décadas a viver em Angola e o Brasil só o teve lá por alguns anos. E é a Angola das mulheres bonitas que guarda o pequeno império empresarial do português.

É preciso recuar à década de 70 para entender melhor o que se conta. Então, Gomes de Castro, hoje com uns jovens 76 anos, decidiu ir para o lado de lá do Atlântico. Já tinha experimentado projectos empresariais em Portugal em diversas áreas, mas este homem não estava destinado a assentar no País que o trouxe à vida. Aterrou no Brasil, onde passou pela construção civil, mas os ventos acabaram por trazê-lo de volta a este cantinho europeu. Não foi desta que ficou lá fora, mas estava quase.

Já na década de 80, começa a fazer viagens sucessivas a uma outra paisagem onde o português se fazia ouvir - Angola. Faz prospecções de mercado, para perceber o que faltava nas terras das belas mulheres africanas, e toma a decisão definitiva em 1990, ano em que parte definitivamente para Angola. E por lá ficou até hoje.

Começou "por vender de tudo", porque era uma fase em que faltava tudo a um país que hoje tem quase tudo. "Desde remédio de ratos até fechaduras", Gomes de Castro lançou-se em pequenos negócios que se fizeram grandes. Pelo meio, articula a empreitada com Portugal, onde vem buscar o que precisa para vender em Angola o que era preciso. É com o conceito "vender de tudo" que se torna num importador, distribuidor e comerciante de produtos e equipamentos para todos os sectores e segmentos de actividade - construção civil, agricultura, metalomecânica, hotelaria, hospitais, entre outros, são alguns dos campos de actividade para onde fornece materiais.

Aos poucos, estrutura empresarialmente este negócio assente na importação e posterior venda em Angola. Começa por comercializar os produtos e bens de equipamento na inevitável Luanda, onde nasce a sua Maquil, e expande o conceito a Lubango (é onde está a sua Maquitel), a Huambo (sede da Maquifer) e a Lobito (casa da Romafe). Isto é, o negócio do "vender tudo" conquista quatro localidades e transforma Gomes de Castro numa espécie de "pop star" do universo empresarial angolano.

A este pequeno império somam-se ainda os retoques definitivos: a Maquil Internacional, com sede em Angola, torna-se no chapéu empresarial de toda a actividade; a Maquimar, em Namibe, centra-se exclusivamente na comercialização de produtos para a construção civil e agricultura; a Gomang, que está em Portugal, assume a exportação dos materiais que partem sobretudo da Europa e que são vendidos na Angola de Gomes de Castro; finalmente, há a novíssima Eurotubos, a nova menina do empresário, que será uma fábrica de produção de tubos e outros produtos em PVC - vai custar 25 milhões de dólares.

Responsável pelo emprego de 85 pessoas (vai criar mais 45 postos de trabalho em breve) e com um grupo que facturou 70 milhões de dólares no ano passado, é assim que o futuro surge a Gomes de Castro: "Hei-de morrer a trabalhar. Mas o que faço não é por obrigação, é por prazer".

A vida dá trabalho aos 76 anos.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Após queda de 50% em 2008 - Imobiliário institucional recupera em meados do ano

A actividade de investimento imobiliário institucional em Portugal desacelerou no quarto trimestre de 2008, à semelhança do que se verificou na Europa ? e apesar do ?efeito de alavanca? resultante do atraso de operações concretizadas apenas no fim do ano?, registando uma queda de 6% face ao trimestre anterior, revela a CB Richard Ellis (CBRE).
Segundo a consultora, os últimos três meses do ano foram os que evidenciaram menor dinamismo do mercado de transacções imobiliários, com o volume total de investimento a rondar os 104 milhões de euros. Em termos agregados, o ano de 2008 acabou por evidenciar um volume total de investimento na ordem dos 700 milhões de euros, traduzindo uma descida de 50% relativamente a 2007, e um valor similar ao registado em 2005.
As previsões da consultora imobiliária apontam para que os primeiros meses de 2009 sejam de estabilização, enquanto a partir de meados do ano se deverá dar um movimento de recuperação, motivado pela aproximação de valores de oferta e procura.
«No quarto trimestre de 2008 registou-se um aumento significativo nas taxas de capitalização prime (prime yields) um pouco por toda a Europa, com um crescimento médio a rondar os 30 a 40 pontos base. Esta evolução irá permitir, de certa forma, uma aproximação entre os valores de oferta e de procura, e contribuir para um aumento da actividade do mercado de investimento em 2009», explica Michael Haddock, director do departamento de Research de Capital Markets da CB Richard Ellis para a região do EMEA (Europa, Médio Oriente e África).
À semelhança do que se verificou em 2008, os investidores institucionais e os investidores de elevada liquidez vão continuar a ser os principais players do mercado de transacções imobiliários nos próximos tempos, antevê ainda a consultora.
Escritórios dominam investimento
No que se refere ao tipo de activos transaccionados, o último trimestre de 2008 evidenciou uma preponderância, em termos de valor, de escritórios, com uma quota de cerca de 82% do total investido, que representa exclusivamente a aquisição do edifício Art´s Business Centre, no Parque das Nações. Esta transacção acabou por determinar também a importância dos investidores estrangeiros no sector, nomeadamente dos alemães, claramente dominantes ao longo do período em análise, revela a CBRE.
Tendo em conta o número de operações realizadas, o segmento de retalho esteve em evidência, com 75% dos negócios concretizados nos últimos três meses de 2008, destacando-se a aquisição de um portfólio de unidades de retalho alimentar (nomeadamente da cadeia Dia/ Minipreço) e um portfólio de várias lojas de rua, ambas as transacções feitas através de operações de sale & leaseback.
Fonte: Jornal SOL,

domingo, 1 de março de 2009

Pagar menos 203 euros por crédito de 150 mil euros

Prestação da casa caiu 200 euros num ano
Euribor a seis meses caiu 53,3% em 12 mesesAs taxas de juro Euribor voltaram a cair em Fevereiro. Assim, quem contrair um novo empréstimo no próximo mês de Março ficará a pagar menos 203 euros de prestação do que há um ano atrás, para um crédito de 150 mil euros, avança o «Diário de Notícias». Ou seja, uma queda de 24,2% no valor mensal.
A taxa de juro Euribor a seis meses caiu 53,3% no espaço de um ano, fechando o mês de Fevereiro no valor médio mensal mais baixo de sempre, 2,034%.
Apesar dos portugueses poderem usufruir de taxas de juros em mínimos históricos desde a utilização do indexante Euribor, este benefício é, contudo, condicionado pelas maiores dificuldades no acesso ao crédito, com os bancos a apertarem os critérios de análise de risco de quem pede um novo empréstimo.

Informação retirada da: www.agenciafinanceira.iol.pt

domingo, 25 de janeiro de 2009

Crédito habitação: aproveitam renegociação para subir spreads

Sefin admite que prática é legal

Os bancos estão a aproveitar o facto de os clientes pedirem para renegociar algumas das condições dos seus contratos de crédito à habitação para rever o perfil de risco do cliente e, assim, aumentarem os spreads.

A revisão do perfil poderá ditar que o risco do cliente aumenta e por isso o preço a pagar será maior.

A prática foi admitida ao «Jornal de Negócios» por dois bancos: o Millennium bcp e o Santander Totta referiram que poderá haver uma revisão do perfil dos clientes, durante a renegociação.

CGD e BPI não têm esta prática

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) afirmou que «não haverá lugar a outras alterações contratuais, a menos que solicitadas pelo cliente», e, contactada pela Agência Financeira, fonte do BPI garantiu que «não existe essa prática, a não ser nas condições expressamente previstas nos contratos. Por exemplo, se o cliente tiver maltratado o imóvel e este agora valer mais do que no início do contrato, é normal que o banco exerça esse direito. Mas normalmente, não há lugar à alteração do spread quando o cliente pede para renegociar outras condições do contrato», disse. Contactado o Banco Espírito Santo, ainda não foi possível obter uma resposta.

O spread, além de ser a margem de lucro do banco, é também um reflexo do risco de o cliente não pagar o empréstimo. Se o cliente pede um alargamento do prazo ou uma cedência de capital, estas acções podem ser interpretadas como um sinal de que o cliente está com dificuldades em pagar as prestações e, como tal, ditar um aumento do spread.

A Deco recomenda aos clientes que não aceitem esta subida, a não ser depois de analisarem muito bem as condições e apenas se concluírem que a renegociação é vantajosa, mesmo com o aumento do spread. No entanto, frisou a especialista Natália Nunes à Agência Financeira, esta prática não é considerada ilegal. «É apenas mais um elemento da renegociação», disse.

No entanto, acrescenta, a Deco não tem conhecimento de nenhum caso, nem mesmo naqueles em que participa na negociação, em que o banco tenha elevado o spread nestas condições.

Já a Associação Portuguesa dos Utilizadores e Consumidores de Serviços e Produtos Financeiros (Sefin), considera que a prática é legal e admite ter já recebido relatos de consumidores sobre esta prática.

Ministro diz que bancos têm de reflectir risco

A questão tem levantado polémica. Com a descida das taxas de juro, era de supor que o crédito iria ficar mais barato, mas a verdade é que os bancos têm estado a anular essa queda com o aumento dos spreads, nomeadamente nos novos contratos.

Um facto que não merece a reprovação do ministro das Finanças. Teixeira dos Santos disse quarta-feira no Parlamento que os bancos devem reflectir o risco dos empréstimos e dos clientes nos spreads e afastou impor qualquer limitação ou rigidez na relação entre as taxas de juro e os spreads.

domingo, 6 de julho de 2008

Elegância Empresarial - Um texto adaptavel ao mercado mediação imobiliaria em Portugal

Texto retirado de: www.allegrobgblog.wordpress.com

Neste texto quero abordar a Elegância Empresarial, que considero algo mais distinto que simplesmente seguir a Etiqueta Corporativa.

Enquanto a etiqueta baseia-se em recomendações de comportamentos aceitos socialmente para o profissional, a elegância remete ao modo como postura e atitudes da organização são percebidas.

A Elegância Empresarial posiciona-se no sentido oposto do Capitalismo Selvagem, que também chamo de Barbarismo Empresarial. No Barbarismo tudo é permitido em função de um interesse unilateral que visa lucro a qualquer custo, sem qualquer base ética, moral ou compromisso social.

De maneira análoga, o bárbaro se serve à mesa como se aquela fosse sua única e última refeição. Tal qual uma nuvem de gafanhotos, ele esgota todos os recursos de uma lavoura e, em seguida, busca uma nova área para consumir deixando a anterior absolutamente devastada.

Usando a mesma figuração, o elegante serve-se de maneira suficiente para satisfazer sua vontade e necessidades, pois, sabe que aquela não é a única nem será sua última refeição. Ao ver a lavoura, porta-se como o agricultor que, além de mantê-la, investe para que possa ser melhorada e ampliada.

Não estou dizendo que o lucro é algo indesejável. Aqui afirmo apenas que a avaliação do custo para obtê-lo deve ser racional e feita sob a luz da ética, moral e responsabilidades social e ambiental.

Organizações que agem de maneira elegante, sem excessos, ganham uma percepção de valor cada vez mais diferenciada que pode também ser percebida pela valorização das suas ações. É esse agir racional, compromissado e responsável que chamo de Elegância Empresarial.

Acredito firmemente que as grandes corporações devem caminhar firmemente para praticar esse modelo e, num futuro não muito distante, vejo médias e pequenas organizações o assimilarem.

O princípio é simples: “Cuidar, manter para ter e não para esgotar”.

_____________

Rodrigo Campos .:. Diretor Presidente do Allegro Business Group. Consultor atuante no mercado de tecnologia da informação e logística há mais de 15 anos.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Rede oneHouse ... A Luxury Real Estate Agent


A rede imobiliária oneHouse está prestes a abrir o seu primeiro Lounge no Algarve, onde a marca possui já vários projectos em carteira, dando corpo ao plano de cobertura de todos os concelhos do país. O novo espaço ficará localizado no Concelho Loulé.

Em Abril a oneHouse abrirá um Posto Imobiliário com cerca de 20 m2 em Campo de Ourique, espaço que substituirá o actual, esta é uma estratégia da marca que cria os chamados “Postos Imobiliários” em localizações em que não se justifique um espaço de maior dimensão como é o caso do Bairro de Campo Ourique.

Também para breve está a abertura de um Lounge no concelho de Oeiras, um dos concelhos de maior crescimento em Portugal, abrangendo Algés, Carnaxide, Linda-a-Velha e Caxias.

A rede imobiliária oneHouse lançará em Maio de 2008 o oneHouse CLUB, um conceito de fidelização de Clientes da rede oneHouse, de forma a criar melhores condições para os Clientes oneHouse e dos Parceiros do oneHouse CLUB.

Dentro de vários parceiros já convidados e que trabalham produtos do mercado de Luxo e Alta Qualidade, o primeiro parceiro é a Nevada Bobs Golf, através do novo cartão NBG Master Card, um cartão para aqueles que praticam Golf. Agora os possuidores do Master Card NBG terão condições especiais na Rede oneHouse

Recorde-se que a oneHouse é uma rede de mediação e consultoria imobiliária de qualidade, especializada nos segmentos Investment, Retail, Prestige e Standard potenciando essencialmente o mercado de Luxo e Investimento.

Lançada em Julho último, a oneHouse tem apresentado um crescimento notável, contando já com uma carteira de produtos superior a € 550 000 000, sobretudo no mercado de investimento.

Uma das principais características desta nova rede são os baixos custos de integração, que visam potenciar o negócio a nível nacional e internacional, bem como captar os melhores profissionais do ramo.

Contacto para Partners:

oneHouse.partner@gmail.com

sexta-feira, 7 de março de 2008

Mais Valias Imobiliárias - Particulares

Mais-valias imobiliárias

Ganho obtido com a venda de bens imóveis adquiridos após 1 de Janeiro de 1989, terrenos para construção, ou direitos sobre estes bens, e pela afectação de quaisquer bens do património particular a uma actividade empresarial e profissional exercida em nome individual pelo seu proprietário. O ganho sujeito a tributação é considerado em apenas 50% do seu valor (Relativamente às mais-valias que são tributadas em apenas 50% do seu valor, todos os valores devem ser indicados pela totalidade, pois o sistema informático que apura o IRS, considerará apenas 50% do valor da mais-valia obtido).

Cálculo da mais-valia:

A venda de um imóvel pode dar origem a rendimentos sujeitos a IRS, quando entre o valor da compra e o valor da venda se realiza um ganho, ou seja, uma mais-valia.

Para calcular o valor da mais-valia é necessário saber:

  • o ano de aquisição;
  • o valor de aquisição;
  • encargos com a valorização (relativos a obras realizadas nos 5 anos anteriores à venda);
  • despesas relativas à aquisição e à venda;
  • o ano da venda;
  • o valor da venda.

Comecemos pelo ano de aquisição:

  • se adquiriu a sua casa até 31 de Dezembro de 1988, a mais valia realizada não está sujeita a imposto (embora tenha que ser declarada no Anexo G1 da Declaração Modelo 3);
  • se a adquiriu em data posterior, é necessário apurar qual o coeficiente de actualização aplicável. Este coeficiente serve para corrigir o valor da aquisição, em função da desvalorização da moeda entretanto verificada;
  • se entre a compra e a venda tiverem passado menos de dois anos, o valor de aquisição não é corrigido.

Para corrigir o valor de aquisição dos imóveis vendidos em 2007, aplica-se a seguinte tabela:

Ano de aquisição

Coeficiente aplicável

1989

2,21

1990

1,97

1991

1,75

1992

1,61

1993

1,49

1994

1,42

1995

1,37

1996

1,33

1997

1,31

1998

1,27

1999

1,25

2000

1,22

2001

1,14

2002

1,10

2003

1,07

2004

1,05

2005

1,03

2006

1,00

Os valores de aquisição e de venda, são os que constam das respectivas escrituras e sobre os quais foi pago o IMT. Caso tenha sido celebrado um contrato-promessa de compra e venda, este documento deverá ser anexo à escritura, para confirmar os valores da operação.

Se o imóvel for construído pelo vendedor, o valor de aquisição corresponde ao maior dos seguintes valores:

  • valor patrimonial tributário, constante da Caderneta Predial
    ou
  • soma do custo do terreno com o custo da construção, desde que estes custos estejam documentados.

O valor de aquisição é actualizado mediante aplicação do coeficiente correspondente ao ano de aquisição.

Para apurar o valor da mais-valia, devem ainda acrescentar-se ao valor de aquisição:

  • as despesas suportadas para comprar o imóvel (como o IMT, o custo da escritura e do registo);
  • os custos de obras realizadas nos últimos 5 anos, desde que este custo esteja documentado;
  • as despesas suportadas para vender o imóvel.

Metade do ganho assim apurado é tributado em IRS, sendo adicionado aos restantes rendimentos declarados na sua declaração Modelo 3, e tributado à taxa aplicável à globalidade dos rendimentos.

Exemplo:
Se comprou uma casa em 1993, por 32.400,00 EUR, e:

  • não pagou IMT (por estar isento);
  • gastou 760,00 EUR com a escritura e o registo;
  • substituiu a instalação eléctrica que lhe custou 1.980,00 EUR, em 2005;
  • vendeu-a por 94.700,00 EUR, em 2007;

A mais-valia realizada é 45.536,00 EUR. Como só metade é que está sujeita a imposto, pagaria IRS sobre 22.768,00 EUR. No entanto, na sua declaração de IRS, apenas tem de mencionar as datas e valores da compra e da venda do imóvel, bem como o valor dos respectivos encargos, e indicar os valores de compra, e a Administração tributária faz as contas.

O valor da mais-valia tributável obtém-se da seguinte forma:

94.700,00 - (32.400,00 x 1,49 (coeficiente de actualização) + 760,00 + 1.980,00) =
94.700,00 - 49.720,00 = 45.536,00 x 50% = 22.768,00

Este valor acresce aos restantes rendimentos sujeitos a IRS, para apuramento da taxa aplicável.

Info retirada do site do Millennium BCP

Como são tributadas as Mais-Valias em sede do Imposto Sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS)?

Estarão sujeitas a imposto, a ser pago pelo vendedor após a celebração da respectiva escritura de compra e venda, na parte que diz respeito ao lucro obtido com a venda do imóvel.

Conforme estabelecido pelo artº 10 do Código do IRS, as Mais-Valias ou Menos-Valias deverão ser englobadas no âmbito do rendimento líquido apurado em termos de Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares (IRS) na Categotia G do IRS em "Incrementos Patrimoniais" (redacção da Lei de Orçamento para 2001). Para efeitos de englobamento do rendimento, as Mais-Valias/Menos-Valias são apenas consideradas em 50%, afectadas ainda por um coeficiente de correcção monetária, estabelecido por Portaria pela tutela.

A lei prevê que as Mais-Valias estejam isentas de tributação no caso do produto da venda ser aplicado novamente para compra de habitação própria permanente se:

  • o produto da venda da habitação, no período máximo de 2 anos, for reinvestido na compra da nova habitação;
  • tiver adquirido nova habitação no período antecedente a 12 meses a contar da data da venda da habitação actual;

A lei também prevê que as Mais-Valias estejam isentas de tributação caso o imóvel seja um prédio rústico, afecto a uma actividade comercial/agrícola/industrial, ou tenha sido adquirido antes de 1/1/89.

Vendi a minha casa, que adquiri antes de 1 de Janeiro de 1989. Estou sujeito a tributação em IRS?

Não. Os
imóveis adquiridos antes de 1 de Janeiro de 1989, independentemente da data em que sejam alienados, não estão sujeitos a imposto de mais-valias.

Vendi a minha casa. Tenho obrigatoriamente que aplicar o produto da venda na compra da nova habitação?

Considerando que se trata de habitação própria permanente : terá que aplicar o produto da venda, no período máximo de 2 anos, na compra da nova habitação, para estar isento do pagamento de mais valias.

Info retirada do site do BPI

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

PRÁTICAS DO IMOBILIÁRIO

por Prof. Alvaro Monteiro

Marketing e Lançamentos Imobiliários

Todas as vendas começam com marketing. Fazer negócios imobiliários, sem ele, iguala-se a brincar às pedrinhas de plástico (os materiais); seguidamente empurrar para debaixo da cama (o mercado) até a vassoura derrubar (o tempo). Agora, imagine-se a marcar a diferença com práticas correctas de “ fazer excelentes negócios imobiliários “. Este é o primeiro artigo da série Práticas do Imobiliário que o ensinará a gerar mais contactos e vendas; conduzirá a estar no mercado imobiliário com paixão para ter sucesso na gestão para uma orientação estratégica de marca de serviço imobiliário com uma equipa de consultores treinada e liderada para uma relação vitalícia com o mercado investidor ou utilizador. Os seus negócios deixarão de ser uma campanha de publicidade ou uma promoção a um empreendimento retirada de um mercado que nada tem a ver com a realidade nacional, para passar a serem uma integração do potencial investidor ou utilizador à elaboração do projecto imobiliário e uma integração contínua que dará firmeza à relação e a excelentes e lucrativos negócios imobiliários. Os restantes segredos encontram-se numa arca chamada Negócio Imobiliário – Guia Prático de Marketing, Gestão de Vendas e Comercialização da Editora Vislis. Vamos ao trabalho de qualificação.

O VALOR DO MARKETING PARA O IMOBILIÁRIO

“ Nos últimos 6.000 anos, o campo do marketing foi considerado como obra de artistas de segunda classe, engomadinhos trapaceiros e distribuidores de mercadorias de segunda mão. Muitos de nós já foram “ ludibriados “ pelo engomadinho trapaceiro; e todos nós alguma vez experimentamos a conversa do artista de segunda classe ou já fomos levados a comprar toda a espécie de “ coisas “ que, na verdade, não precisávamos e que, mais tarde, descobrimos que nem ao menos queríamos. “ – Richard N. Farmer, “ Would you want your daughter to marry a marketing man? ”; journal of marketing, janeiro, 1967.

Nada disto é valor. Valor do marketing para o imobiliário é criar tempo, lugar e posse de uma solução útil. É um trabalho especializado de tratar com o mercado de potenciais investidores ou utilizadores em favor do produto final da empresa, baseado no entendimento de que a tarefa dos agentes económicos envolvidos na concepção das soluções imobiliárias é determinar as necessidades, desejos, aspirações e exigências de um mercado visado e adaptar as práticas de construção, promoção e comercialização para satisfazer de forma mais responsável, efectiva e relacional que as empresas concorrentes. “ Os investidores perseguem os meus empreendimentos. “ Lucrativa, fácil de dizer. Bem que gostaria de afirmar esta frase, não? Colocar os investidores na corrida aos seus negócios imobiliários exige o estabelecimento de atitudes nos propósitos – atitude humana e atitude de consumo inteligente. Ao promover um empreendimento para sentir, servir e satisfazer as exigências de retorno financeiro ou aspirações e motivações de utilização está necessariamente a promotora a agir, a longo prazo, segundo os melhores interesses dos investidores ou utilizadores? Fazer um trabalho em urbanizar, construir, promover habitação a preços competitivos e em locais de média acessibilidade, estarão os agentes a servir os interesses dos compradores a longo prazo em investimento e bem-estar? Estabelecer o conceito de marketing num empreendimento exige planeamento, responsabilidade e ética, reorganização e orientação para o comprador, comunicação e persuasão, serviço e acompanhamento pós-venda, traduzido numa relação vitalícia – uma participação redobrada da imobiliária para um resultado a longo prazo. Posso agora prosseguir na determinação de abastecer a sua organização imobiliária de marketing. Considere como “ chaves de arranque “ as necessidades, interesses e aspirações dos compradores, as exigências da sua empresa e o bem-estar do mercado a longo prazo para satisfazer os objectivos e as responsabilidades da organização – excelentes e lucrativos negócios imobiliários. Nunca fico admirado quando comentam que numa dada região, as construtoras têm as vendas paradas, os stands de vendas com “ visitas clientes-nada “ e isso de “ marketing pessoal e venda relacional, eu cá é que sei. “

VENCER NO MERCADO COM MARKETING IMOBILIÁRIO

O princípio de que o cliente se adapta ao produto é errado no imobiliário. A ideia que um tipo único de produto serve numa urbanização ou zona de escritórios para vários tipos de clientes privados ou organizacionais é pedra no charco. Nada de customização, mas sim personalização, segmentação de clientes e nichos. A ideia é criar clientes com uma base de “ referências de potenciais - dicas no calão imobiliário “ (leads). A ideia anterior de que bastava lançar um empreendimento numa determinada comunidade com alta velocidade de venda, e estava resolvido, já foi solução para o “ quá-quá “. Temos espanhóis no crédito, brasileiros na comunicação, ingleses na promoção e gestão e americanos na mediação. Por este andar, resta para nós, a banca do “ camelô “ nacional para a entrega das chaves. Não tenho nada contra, mas sempre avisei que outros estiveram atentos e espertos, enquanto por terras lusas dominavam os receios e a teimosia. Enfim, a questão central agora é “ qual o diferencial estratégico e de sucesso para conquistar clientes e transformá-los em “ vendedores “ afiliados da nossa organização imobiliária?

Fed revê em baixa previsão de crescimento dos EUA

Últimas projecções tinham sido em Outubro, os membros do Comité de Política Aberta da reserva Federal norte-americana (Fed) revê em baixa em meio ponto percentual a sua previsão de crescimento para a economia dos EUA em 2008, para um intervalo de entre 1,3% e 2%, face ao 1,8% a 2,5% projectados em Outubro.

De acordo com as actas da última reunião do Comité em Janeiro, os governadores tiveram em consideração para o corte das suas perspectivas uma maior intensificação da correcção do mercado imobiliário, as restrições nas condições de crédito e o aumento das preocupações sobre a qualidade do mesmo nas actuais turbulências dos mercados financeiros, bem como o salto do preço do petróleo.

Por Agência Financeira

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Fusão OPCA/Sopol



Novo Grupo quer ser líder de mercado

Construção, Cerâmicas, Indústria, Concessões e Imobiliário são as cinco grandes áreas da actividade da nova holding;

Novo Grupo será presidido por Filipe Soares Franco

Um novo Grupo empresarial com uma nova marca vai surgir no mercado da construção civil e obras públicas no próximo dia 1 de Janeiro de 2008, fruto do processo de fusão da OPCA e da Sopol agora em fase de ultimação.

O futuro Grupo, que será presidido por Filipe Soares Franco, consolidará uma posição cimeira no ranking nacional do sector, ambicionando lutar a breve prazo pela liderança do mercado.

Com a nova identidade ainda numa fase de desenvolvimento, o novo Grupo nascerá de um aturado processo de integração/fusão que tem estado a ser desenvolvido, com o apoio de consultores especializados, ao longo dos últimos meses, de forma a optimizar as sinergias e a seleccionar as melhores práticas de cada uma das entidades que agora se fundem, “exportando-as” para a nova estrutura a criar.

Segundo Filipe Soares Franco, o novo Grupo pretende vincar no mercado uma posição muito mais forte do que a resultante do simples somatório dos potenciais desta fusão, já que o cuidadoso processo de integração em curso potencia ganhos substanciais de escala, de massa crítica, de operacionalidade e de eficiência.

Embora algumas opções estratégicas relativas à futura organização estejam ainda em fase final de decisão, encontram-se já definidas as cinco grandes áreas de actividade da nova holding a sair da fusão do Grupo OPCA com a Sopol, assim como também já estão escolhidos os nomes dos responsáveis que dirigirão cada uma dessas áreas.

Para além de presidir à holding, Filipe Soares Franco terá a seu cargo directo a área do Imobiliário, cabendo a presidência da área da Construção a Jorge Grade Mendes, que anteriormente presidia à Sopol. Será nesta área, a principal do novo Grupo, que os efeitos da fusão terão maior incidência e onde haverá maiores alterações. As restantes três áreas, sem grandes novidades face à anterior organização do Grupo OPCA, são as Cerâmicas, entregues a Jorge Veiga, a Indústria, liderada por Mário Rui Matias e a área de concessões, onde aguarda a autorização do Estado para concentrar as participações da OPCA na ES Concessões, entidade que agrupa as participações do BES na área das Concessões e que, recorde-se, anunciou que está a constituir uma parceria com o Grupo Mota-Engil para a área das concessões de transportes. O grupo OPCA estará representado na ES Concessões pelo administrador-executivo André Riscado.

Diversificação de actividades e internacionalização

Esta estrutura organizativa acaba por seguir de perto o modelo estratégico que vinha sendo desenvolvido no Grupo OPCA, que nos últimos anos deixara de ser uma mera empresa construtora e passara a apostar na diversificação de actividades e serviços, nomeadamente através da aquisição de empresas em áreas como as cerâmicas, os mármores ou o pré-fabricado, constituindo-se como um verdadeiro grupo empresarial com presença reforçada em negócios como o imobiliário ou as concessões rodoviárias, isto para além de um especial investimento na internacionalização.

O futuro Grupo empresarial saído da fusão consolidará, portanto, uma visão abrangente do negócio da construção e das obras públicas, apostando não só em actividades e serviços conexos, mas dando também especial atenção ao processo de internacionalização, com um enfoque nos mercados espanhol e africano.

Sobre o processo da fusão, Filipe Soares Franco salienta o empenhamento revelado por todos os colaboradores da OPCA e da Sopol chamados a intervir directamente nos trabalhos de preparação da integração das duas empresas, sublinhando ainda que todo o processo tem decorrido de forma transparente e com constante fluxo interno de informação sobre as decisões que vão sendo adoptadas, procurando-se assim minimizar os efeitos da natural ansiedade que as dúvidas e preocupações geradas por processo deste género sempre provocam no universo dos colaboradores abrangidos pela mudança.

Recorde-se que a aquisição da totalidade do capital da Sopol pela OPCA recebera luz verde da Autoridade da Concorrência em Fevereiro deste ano, consumando-se assim um importante passo na reforço da recente estratégia de crescimento desenvolvida pelo Grupo liderado desde o ano 2000 por Filipe Soares Franco, isto precisamente no ano em que a OPCA completa 75 anos de vida.

A SOPOL, com cerca de 300 colaboradores e uma facturação que ronda os €130 milhões, apresentava-se como uma empresa construtora generalista que tem assegurado bons níveis de crescimento na última década, durante a qual esteve integrada no Grupo A. Silva & Silva, tendo ainda mantido, entre 1999 e 2006, uma parceria com a poderosa empresa espanhola Dragados.

Um grande diálogo interno e objectivos ambiciosos

Daí que o actual processo de integração/fusão da Sopol represente um momento culminante no trajecto de um Grupo que ostenta uma grande ambição de crescimento e pretende atingir uma facturação de € 1 000 milhões rapidamente, de forma a ganhar dimensão e a poder interessar outro tipo de accionistas no projecto, nomeadamente através de uma eventual entrada na Bolsa de Valores.

Objectivos certamente impensáveis quando a equipa liderada por Filipe Soares Franco assumiu o controlo da OPCA em 2000, então a necessitar de inverter uma situação económica complicada, com um passivo de várias dezenas de milhões de euros e uma conta de exploração negativa.

Foi pois necessário encetar um “tratamento de choque”, que passou por um grande diálogo interno e pela galvanização dos trabalhadores da empresa de forma a racionalizar a organização e a conter os custos.

Para tal, havia que não olhar apenas para área da construção, mas também para todos os sectores de actividade correlacionados com esta área de negócio, procurando assim aumentar a rendibilidade dos capitais gerados.

Foi neste contexto que, aproveitando oportunidades de negócio consideradas compatíveis com a estratégia de crescimento do grupo empresarial, foram feitas aquisições nas áreas dos pré-fabricados (Pavicentro), das mármores (Marmetal /Margrimar) e das cerâmicas (Aleluia), sendo que só nesta última área a OPCA passou a controlar um volume de negócios da ordem dos € 50 milhões, mais de metade dos quais referentes à exportação.

Outra aposta estratégica foi concretizada na área da promoção imobiliária com a reactivação da GEOTRÊS, empresa que tem por objectivo especializar-se em segmentos muito específicos de gama alta e de luxo, ou seja, projectos de grande qualidade em zonas nobres de Lisboa, Cascais, Oeiras, Porto ou Algarve.

Quanto ao processo de internacionalização, e dentro de uma lógica de dar preferência a países onde seja mais fácil conhecer a língua, o direito, a cultura e a política locais, os mercados africanos e espanhol surgem, obviamente, como os mais naturais para o processo de expansão da OPCA. Assim, para além do reforço da actividade em Angola e Cabo Verde e dos projectos em estudo para S. Tomé e Congo, ressalta a aquisição, já em 2007, da construtora espanhola Sarrion, uma empresa com bons projectos e bons quadros que pode gerar múltiplas sinergias com a OPCA e abrir-lhe novas perspectivas e oportunidades de negócio.

É pois este diversificado grupo empresarial, com uma facturação anual que ronda os € 510 milhões, que reúne condições excepcionais para se afirmar a breve prazo como um líder no mercado nacional da construção e obras públicas.

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Recuperação do Mercado Imobiliário em Portugal

DBK prevê recuperação do mercado residencial a médio prazo
Um estudo recentemente divulgado pelos consultores da DBK prevê uma gradual recuperação do mercado residencial português a médio prazo. Segundo os consultores, este facto está directamente associado à previsão da recuperação da economia nacional entre 2007 e 2008. Ao longo do último ano, o mercado português tem registado «um crescente protagonismo» de empresas estrangeiras do ramo imobiliário, «principalmente de capital espanhol», aponta a consultora.
De acordo com o documento, ao longo deste ano, o mercado de escritórios deverá manter-se com os elevados níveis de ocupação que se verificam desde o ano passado, uma situação que terá efeitos nas rendas. No que diz respeito a novos projectos, a DBK adianta que os próximos três anos deverão caracterizar-se pela estabilização, não se prevendo grandes impulsos. No caso dos espaços comerciais, «a tendência de expansão das cadeias de distribuição vai continuar a impulsionar a procura de espaços em centros comerciais, esperando-se um forte aumento da oferta nos próximos anos», sublinham os consultores. Este relatório revela também que o mercado imobiliário português irá conhecer progressos no que concerne à diversificação do sector, sobretudo pela parte de empresas «que até agora estavam mais vocacionadas para o mercado residencial». Desta forma, a curto prazo, «o caminho passa pelo dinamismo de uma oferta mista, que envolva a componente residencial, comercial e de escritórios, bem como para o aproveitamento e nichos de mercado, como é o caso da segunda habitação, promoção associada a campos de golfe e empreendimentos residenciais para estudantes». Segundo a DBK, neste momento actuam no mercado português cerca de 7.800 empresas ligadas à promoção imobiliária, fortemente concentradas na zona Norte (37%) e em Lisboa (32%).

Fonte: Vida Imobiliaria

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Imo PORTUGAL - O novo espaço para publicitar Imóveis

Imo-Portugal.com é um directório Nacional de Agentes Imobiliários licenciados para o efeito e tem como objectivo facilitar a busca dos interessados na aquisição de todo o tipo de propriedades, expondo de forma clara e detalhada todas as características das propriedades anunciadas e respectivos Mediadores.Tem também como objectivo facilitar a introdução de propriedades no site pelos Agentes Imobiliários e criar amplas condições de visibilidade nos principais motores de busca da NET.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

SQUARE IMOBILIÁRIA LANÇA CAMPANHA PROMOCIONAL

Com o claim “Se procura casa, procure uma com Graça”, a empresa acaba de lançar uma campanha promocional para clientes e público em geral
A Square Imobiliária acaba de anunciar o lançamento de uma campanha promocional, em parceria com a decoradora de interiores Graça Viterbo. Esta campanha, com inicio no mês de Maio e prolongando-se até 30 de Junho de 2007, consiste na oferta aos clientes e público em geral, de um serviço de porcelana e de um faqueiro Spal, num total de 69 peças, com a assinatura da conceituada decoradora.
No âmbito desta campanha, até ao final do mês de Junho, os clientes que assinarem um contrato de promessa de compra e venda do seu imóvel com a Square Imobiliária serão beneficiados com esta oferta de prestígio e utilidade para a nova casa. Por outro lado, a Square Imobiliária lançou um passatempo destinado ao público em geral interessado em adquirir este conjunto de peças. Este passatempo visa o preenchimento, por parte dos interessados, de um cupão disponível na revista Square nº7 ou através do site
www.square.pt e na elaboração de uma frase criativa e original que relacione a casa ao prémio. A escolha das melhores frases é da responsabilidade de um júri composto por elementos do Departamento de Marketing da Square Imobiliária e pelos Directores Comerciais das lojas.
Segundo Nuno Seabra, Administrador da Square Imobiliária “esta iniciativa visa conjugar a qualidade dos serviços da Square Imobiliária com o trabalho reconhecido da decoradora de interiores Graça Viterbo, e enquadra-se no âmbito da nossa comunicação global que assenta, entre outros pilares, no estabelecimento de parcerias que visam contribuir para a notoriedade da marca junto de diferentes públicos.”

domingo, 6 de maio de 2007

A obtenção da exclusividade na venda de um qualquer imóvel "deveria ser lei".

A obtenção da exclusividade na venda de um qualquer imóvel "deveria ser lei".

Esta foi uma das mensagens de Paulo Angelim, um dos melhores vendedores do Estado do Ceará (Brasil), num seminário onde estiveram presentes cerca de 200 Mediadores Imobiliários.


"A exclusividade aumenta a segurança do negócio"

"Se o mediador tiver a exclusividade o cliente vai poder exigir que a venda aconteça"

"Se estiverem cinco imobiliárias na corrida nenhuma está disposta a gastar muito tempo com isso"

disse Paulo Angelim antigo arquitecto, que há seis anos resolveu, mudar de ramo com grande sucesso.

"…deve partir do órgão regulador de mercado legislar no sentido da obrigatoriedade da exclusividade…".

No Brasil, conta a mesma fonte, "já existem vários Estados onde a lei é essa".

Paulo Angelim, explicou as técnicas que sugere serem as melhores. Isto sem descurar a "atitude" que desde início diz ser "crucial para 'dar' um bom vendedor".

"Há aquela história do gago que estava vendendo um apartamento e que quando, dez minutos depois de enunciar as condições, perguntou se o cliente queria que ele ainda falasse das características do imóvel, conseguiu fechar logo aí o negócio porque o interessado ficou em pânico só de ter que o ouvir mais outro tanto"

Ensinar o valor da disciplina - "só os génios se podem dar ao luxo de trabalhar pouco" -, de dizer sempre a verdade, de criar empatia com o cliente, foram alguns dos pontos da palestra de Paulo Angelim.

Colocar-se na pele do cliente é outra das dicas do especialista. "Vender é investigar o cliente para apresentar uma solução, é administrar contingências de compra, não de venda", afirma.

"Há muitos mediadores que falam demais e ouvem de menos", alertou Paulo Angelim. "Quem não sorri e não gosta de gente não vende coisa nenhuma", concluiu.

Como desafio, coloco as seguintes questões a cada um dos leitores:

O que pensa da Exclusividade num Contrato de Mediação?

Quais as melhores características que um Consultor Imobiliário deve possuir?

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Grupo Vila Galé

O Grupo Vila Galé vai aproveitar o novo conceito, que tem implementado na remodelação em vários restaurantes dos seus hotéis, para o fazer expandir «portas fora». O mesmo está a ser equacionado para os SPAs.

O Grupo apresentou o «Inevitável Steak Lounge» na sua unidade no Estoril. Um conceito de restaurante que já existe no Algarve e que é caracterizado por uma cozinha mediterrânica.

Desta tendência surgiu também recentemente, na Madeira, o «Inevitável Pasta Lounge» onde a cozinha italiana «dita as regras gastronómicas».

Agora o novo restaurante do Estoril, que estará aberto ao público e que contou com um investimento de 500 mil euros, deu o mote para que o director de marketing e vendas, Gonçalo Rebelo de Almeida, confessasse a vontade da empresa em fazer expandir «esta marca portas fora», disse na apresentação do restaurante aos jornalistas.

Primeiros restaurantes de rua podem avançar em Lisboa e Porto

«Este é um conceito que estamos a ponderar que passe também para conceito de rua. Podemos entrar na restauração pura», afirmou aquele responsável, acrescentando também que o mesmo está a ser equacionado para os SPAs Satsanga.

«Os SPAs também contribuíram para os "upgrades" da marca Satsanga. Por isso, assim como nos restaurantes, podemos lançar uma marca de SPAs que venha a funcionar também fora das marcas hoteleiras», disse o director de marketing.

Os primeiros restaurantes deverão surgir no centro de Lisboa e Porto em 2008. Estas são as «duas cidades que estão nos planos mais imediatos», sublinhou o mesmo.

O espaço do «Inevitável Steak Lounge» no Estoril, que também contará com música ao vivo, caracteriza-se por um «serviço misto "casual-chic" descontraído, cujo mote é mimar o cliente», asseguram. A aposta nos aperitivos, cocktails e sangrias é outras das novas apostas do Grupo Vila Galé nos seus bares e restaurantes.

Fonte: Agência Financeira

Amorim Imobiliária comprada pela Chamartín Imobiliária

Chamartín Imobiliária

Chamartín Inmobiliaria, que em Portugal se designa Chamartín Imobiliária, é uma Companhia imobiliária de um grupo inicialmente familiar, de média dimensão, com mais de 60 anos de experiência no sector. A partir da década de setenta a empresa concentrou-se progressivamente no sector imobiliário. Hoje, a sua actividade, centra-se fundamentalmente na promoção e exploração de activos em três áreas de negócio: Residencial, Escritórios e Centros Comerciais.

Nos últimos anos a expansão internacional converteu-se no seu objectivo estratégico da Companhia. Em 2006 a Chamartín deu um passo importante no seu processo de internacionalização com a aquisição de 50% da Meermann Gruppe, na Alemanha e de 100% da Amorim Imobiliária.

No seu capital participam, para além da família fundadora, como sócios financeiros, o fundo de investimento Morgan Stanley Real State e a Caja Castilla - La Mancha, entre outros. A sede social localiza-se em Madrid e a empresa conta com quase 500 colaboradores em Espanha, Portugal e Alemanha.

quarta-feira, 11 de abril de 2007

Mais um “Óscar” do Imobiliário para a Sonae Sierra


· Eurohypo também premeia o projecto

· 137 lojas e 39.734 m2 de Área Bruta Locável (ABL)

· Inaugurado em Março de 2006

O centro comercial e de lazer RioSul Shopping, no Seixal, um inovador empreendimento detido em partes iguais pela Sonae Sierra e pela RockSpring através do Fundo PanEuropean, acaba de ser distinguido com o “Óscar do Imobiliário 2007” para o sector do comércio, um prémio atribuído no âmbito da iniciativa promovida pela Revista Imobiliária com o objectivo de destacar, através das escolhas de um júri especializado, os melhores empreendimentos imobiliários em cada ano.

Além deste galardão, o RioSul Shopping recebeu ainda o Prémio especial do Eurohypo, o qual foi atribuído directamente pelo Banco Eurohypo e vem comprovar a inquestionável qualidade do projecto.

O RioSul Shopping, recorde-se, resulta da expansão do Centro Comercial Continente do Seixal e constitui um decisivo contributo para a modernização e aumento da qualidade da oferta comercial e de lazer na região em que está inserido.

Concebido por uma equipa liderada pelo arquitecto José Quintela, o RioSul Shopping apresenta uma arquitectura moderna e inovadora baseada na história do Seixal e nos seus barcos típicos (Varinos, Faluas e Cacilheiros), assumindo-se, no quadro da filosofia da Sonae Sierra, como um espaço para todos, não só comercial mas também de lazer.

O RioSul Shopping, que representou um investimento de €68 milhões, disponibiliza um total de 137 lojas que acolhem as mais prestigiadas insígnias, incluindo um hipermercado Continente, bem como 22 restaurantes e um parque de estacionamento gratuito com 2.300 lugares, dos quais 1.900 cobertos.

Para além de uma criativa e inovadora arquitectura, este novo centro comercial e de lazer oferece aos seus visitantes os mais elevados níveis de segurança, conforto e protecção ambiental. Certificado, na fase de construção, pela norma ambiental ISO 14001, o RioSul Shopping acolhe as mais sofisticadas soluções em domínios como a separação e tratamento de resíduos ou a monitorização da qualidade da água e do ar, sendo o sistema de gestão e poupança energética totalmente informatizado (BMS – Building Management System).

No que diz respeito à segurança, o RioSul Shopping beneficiará também dos mais modernos sistemas de apoio, casos do sistema automático de detecção de incêndios (SADI), do sistema de vigilância em circuito fechado de televisão (CCTV), do sistema automático de detecção de intrusão (SAI) ou da rede de incêndios armada (RIA).

O Rio Sul Shopping viu ainda certificado o seu sistema de gestão de acessibilidades global, de acordo com a norma UNE 170001-2:2001, assegurando um bom acesso de todos os seus visitantes, nomeadamente aqueles com dificuldades motoras.

A Sonae Sierra (www.sonaesierra.com), é a especialista internacional em centros comerciais, apaixonada por introduzir inovação e emoção na indústria dos centros comerciais e de lazer. A Empresa é proprietária ou co-proprietária de 43 Centros Comerciais em Portugal, Espanha, Itália, Alemanha, Grécia e Brasil com um total de área bruta locável (ABL) de mais de 1.6 milhões de m2. Actualmente, a Sonae Sierra está a desenvolver mais 15 projectos em Portugal, Espanha, Alemanha, Grécia e Brasil, com uma ABL total superior a 500.000 m2.

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Reserve o seu espaço no próximo número do OH! Imobiliário



O jornal OH! Imobiliário, já está a ser distribuído em Lisboa, Porto, Coimbra, Algarve, Alentejo e Aveiro.

Aqui poderá ver a nossa tabela de preços e pode via Internet reservar o seu espaço na segunda edição para o final deste mês de Abril.

O OH! Imobiliário é um jornal quinzenal com uma tiragem total de cerca de 100 000 exemplares distribuído em Lisboa, Porto, Algarve, Coimbra e algumas zonas do Alentejo. Um jornal que é lido mensalmente por cerca de 200 000 pessoas e que é segmentado ao público que realmente quer comprar produtos imobiliários.

Porquê o OH! Imobiliário em relação aos outros meios de Comunicação?

Porque é um jornal que atinge o público que quer comprar imobiliário e porque é sem dúvida a solução mais económica do mercado. Uma solução moderna e eficaz que traz realmente retorno.

E porquê o mais económico?

Porque tem uma equipa de pequena dimensão, não tem grandes administrações, não tem grandes equipas, apenas o mínimo necessário para apresentar um produto de alta qualidade, grande capacidade de distribuição e extremamente versátil indo de encontro ao do interesse de quem publicita.

De um estudo feito por uma empresa da especialidade verificou-se:

25% do Público comprador recorre à Internet para encontrar uma casa;

15% do Público comprador recorre a flyers colocados em Caixa do Correio;

20 % do Público Comprador recorre a jornais diários, 70% dos casos dizem que a oferta é pouco eficaz;

10% do Público Comprador recorre a Lojas de Imobiliárias que conhece na sua zona ou na zona onde pretende comprar;

20% do Público Comprador recorre a deslocações a zonas onde pretende comprar e procura placas informativas;

8% do Público Comprador compra por intermédio de pessoas amigas;

2% Não teve nenhuma experiência imobiliária.

Das 2 325 pessoas inquiridas em todo o país, 80% considera que não existem em Portugal um meio escrito que possam consultar, gratuitamente ou a pagar, com informação completa dos produtos imobiliários disponíveis, 15% diz que a informação escrita em revistas e jornais diários e semanais é suficiente, 5% não tem opinião definida.

Foi perante este estudo e outros complementares que considerámos ser importante disponibilizar ao mercado um produto como o OH! Imobiliário, um jornal de baixo custo e segmentado ao Produto Imobiliário.

Contamos com a Vossa presença, o Vosso Sucesso é o Nosso Sucesso, também!